
A Astana na vitoriosa crono por equipes que abriu a Volta a Espanha do ano passado
Do Bikemagazine
Foto de divulgação
A UCI solicitou que a licença da equipe Astana seja retirada após analisar minucioso relatório feito pelo ISSUL, o Instituto de Ciências do Esporte da Universidade de Lausanne, na Suíça.
“Após um exame minucioso, a UCI acredita que o conteúdo do relatório justifica amplamente que este caso seja levado à comissão de licenças e que seja pedido que a licença da Astana seja retirada”, informa o comunicado divulgado nesta sexta-feira (27 de fevereiro).
Caso ocorra a retirada, a Astana ficará impedida de participar de provas como Giro D’Itália, Tour de France e Volta a Espanha, a não ser que consiga um convite – os chamados wild card.
Uma das estrelas da Astana é o italiano Vincenzo Nibali, vencedor do Tour de France do ano passado. Precavido, o ciclista tem uma cláusula em seu contrato que lhe permite sair da equipe, sem multa, caso a licença seja retirada.
A equipe deve levar o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte.
Entenda o caso
No início de dezembro do ano passado, a Astana, comandada pelo campeão olímpico em Londres 2012 Alexandre Vinokourov, viu renovada a sua licença UCI sob determinadas condições, entre as quais a realização de uma auditoria para avaliar a sua responsabilidade nos casos de dopagem.
A Astana foi confrontada com os casos de doping dos irmãos Valentin e Maxim Iglinskiy e do estagiário Ilya Davidenok, além dos testes positivos de dois outros atletas da sua equipe reserva, a Astana Continental, que foi suspensa pela federação cazaque.



