
Sagan conquista 100ª vitória e renova as forças para buscar o tri no Mundial
Do Bikemagazine
Fotos de divulgação
Peter Sagan, bicampeão mundial, está em contagem regressiva para defender o título em Bergen, na Noruega, na prova do ciclismo de estrada da Elite com percurso de 276,5 quilômetros que encerra a programação no domingo, 24 de setembro. O eslovaco renovou os ânimos para manter a camisa arco-íris ao conquistar, na semana passada, sua 100ª vitória profissional.
Apesar do favoritismo de Sagan, os fãs da Noruega apostam em suas pratas da casa, Alexander Kristoff (Katusha-Alpecin) e Edvald Boasson Hagen (Dimension Data) para recuperar a camisa arco-íris que já foi de Thor Hushovd na decisão de 2010, na Austrália. Mas, se depender das casas de apostas, Sagan já ganhou.
O eslovaco é o franco-favorito e paga apenas 3,5 para 1, ou seja, para cada real ou euro, dólar, libras etc apostado, o jogador fatura outros 3,50 em caso de vitória. Os outros adversários estão bem longe disto. O polonês Michal Kwiatkowski (Sky) vem em 2º, com 9 para 1. Correndo em casa, o norueguês Edvald Boasson Hagen é o terceiro nas apostas, e premia com 10 para 1. Já Kristoff é o 8º, pagando 19 para 1.
Já os apostadores do colombiano Fernando Gaviria (QuickStep-Floors) vão receber 11 vezes o valor apostado. Enquanto isto, na 5ª colocação da lista dos favoritos, o campeão olímpico Greg Van Avermaet paga 13 para 1.

Sagan no Canadá: fãs e expectativa sobre o Mundial
Sagan (Bora-Hansgrohe) venceu o GP de Quebec, no Canadá, dia 8 de setembro, com um sprint poderoso a 50 metros da meta e deixou um de seus grandes adversários, o medalha de ouro dos Jogos Rio 2016 Greg Van Avermaet (BMC) em 2º lugar. O também forte sprintista Michael Matthews (Sunweb) foi o 3º. A vitória teve gosto de repetição, já que Sagan venceu Avermaet quase da mesma maneira na prova de 2016.
Ao conquistar a 100ª vitória da carreira, Sagan filosofou: “100 é muito bom, é um bom número. Mas talvez seja melhor viver 100 anos. A vitória nunca é suficiente. Uma vez que você está feliz com alguma coisa, você não cresce e temos que crescer sempre”.
Dois dias depois, no GP de Montreal, também no Canadá, Van Avermaet e Matthews foram mais rápidos na chegada do grupo que cruzou a 16 segundos do vencedor, o italiano Diego Ulissi (UAE-Emirates). “Eu poderia dizer que o GP de Montreal deste ano foi uma corrida estranha. Nos últimos quilômetros, um pequeno grupo conseguiu fugir e abriu uma pequena vantagem, tentei buscar mas não tive a cooperação de ninguém”, contou.
“Eu não iria fazer todo o trabalho sozinho, então a vantagem permaneceu até o final e Ulissi conseguiu a vitória. Isso é ciclismo e eu tenho que aceitar o resultado. Agora é hora de voltar para a Europa e me concentrar no meu maior objetivo neste final da temporada, que é o Mundial na Noruega”, completou.
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