
Quatro anos depois de sediar Jogos Olímpicos, Brasil fica sem vaga para a disputa do ciclismo de estrada em Tóquio
Do Bikemagazine
Foto de divulgação
Com o encerramento do ranking 2019 do ciclismo de estrada da UCI (União Ciclística Internacional) veio a confirmação de que o Brasil ficará de fora da disputa de estrada dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, o que não ocorria desde 1976, em Montreal, no Canadá.
As vagas para Tóquio-2020 são baseadas no ranking das nações da UCI combinadas com os rankings individuais (Top 200 no masculino e Top 100 no feminino). No ranking das nações, no masculino os 50 primeiros países garantem pelo menos uma vaga e no feminino os 22 primeiros países, apesar de ainda entrar na conta uma cota de vagas por continente.
No masculino, o Brasil ficou em 55º no ranking das nações e o melhor colocado no ranking individual, Rodrigo Nascimento, encerrou o ano em 705º lugar, uma posição atrás da segunda vaga da cota continental das Américas, com o 12º lugar no Pan-Americano de Ciclismo de Estrada. No feminino, Flávia Oliveira, que foi a 7ª colocada na prova de estrada dos Jogos Rio-2016, passou boa parte da temporada suspensa e terminou na 109ª posição, com o Brasil em 40º lugar.
Vale lembrar que o Brasil também não terá vagas para as provas de contrarrelógio em Tóquio-2020.
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