João Paulo dos Santos Goes
[email protected]
Depois de uma viagem de duas horas de trem de Viena a Marchtrenk, fui recebido pelo guia de mountain bike Fritz Dörr, com 10 anos de experiência nas pedaladas pelas montanhas da Áustria.
Meu laço de comunicação era sua filha Tamara, de 26 anos, professora de esqui.
No dia seguinte, às 8 horas, ajudei a colocar as bikes no carro e rodamos 80 km de autopista até a Vila Reindlmühl, a 5 km do lago Traunsee.
Colocamos os equipamentos de segurança, garrafas com isotônicos e uma mochila que ele levava com comida e roupas preventivas em caso de uma mudança de tempo, muito comum nas regiões de montanhosas austríacas.
Os primeiros 20 km foram por uma estrada de asfalto marcada por pequenos conjuntos de casas de construção típica alpina. Sempre ao horizonte se destacavam as partes mais altas das montanhas cobertas com restos da neve que caíram nos meses de inverno.
De repente Fritz nos guiava para o início dos caminhos de terra e deixamos de ver as montanhas e a nossa visão estava limitada à copa dos pinheiros. As sombras das arvores eram nossas aliadas nos 15 km de subidas que tínhamos pela frente. Por duas vezes o caminho nos levou para fora da floresta, era como se abrisse uma janela para uma visão cinematográfica.
Terminando a longa jornada de subida, Fritz parou e decidiu nos guiar por um caminho proibido para bicicletas. Entramos no caminho proibido e nos 50 primeiros metros vi que foi uma boa decisão confiar em Fritz. Nos 18 km de uma decidas suaves entre bosques e flores, tínhamos a nosso lado um riacho de águas rápidas e cristalinas que vinham do desgelo das montanhas.
No final deste suave e agradável downhill, seguimos 14 km de asfalto sempre cruzando pequenos vilarejos. O caminho nos levou ao ponto mais alto de nosso passeio a 750 metros de altitude, com as paisagens mais bonitas do dia. Uma visão que misturava vários tons de verde com o amarelo das flores do campo. Ao longe, o branco da neve que ainda resistia ao calor da primavera e o azulado do lago Attersee.
Realmente valeu a pena os 67 km deste da agradável volta de bike pelas montanhas e lagos austríacos e com muita alegria comparto esta experiência com todos os leitores.
Deixo um grande abraço a Fritz e Tamara Dörr.
| RIMAVERA NA ÁUSTRIA | |
|
|

Uma pedalada de 70 km por trilhas
cheia de flores até o Lago Traunsee
Joao Paulo dos Santos Goes
[email protected]
Depois de uma viagem de duas horas de trem de Viena a Marchtrenk, fui recebido pelo guia de mountain bike Fritz Dörr, com 10 anos de experiência nas pedaladas pelas montanhas da Áustria.
Meu laço de comunicação era sua filha Tamara, de 26 anos, professora de esqui.
No dia seguinte, às 8 horas, ajudei a colocar as bikes no carro e rodamos 80 km de autopista até a Vila Reindlmühl, a 5 km do lago Traunsee.
Colocamos os equipamentos de segurança, garrafas com isotônicos e uma mochila que ele levava com comida e roupas preventivas em caso de uma mudança de tempo, muito comum nas regiões de montanhosas austríacas.
Os primeiros 20 km foram por uma estrada de asfalto marcada por pequenos conjuntos de casas de construção típica alpina. Sempre ao horizonte se destacavam as partes mais altas das montanhas cobertas com restos da neve que caíram nos meses de inverno.
De repente Fritz nos guiava para o início dos caminhos de terra e deixamos de ver as montanhas e a nossa visão estava limitada à copa dos pinheiros. As sombras das arvores eram nossas aliadas nos 15 km de subidas que tínhamos pela frente. Por duas vezes o caminho nos levou para fora da floresta, era como se abrisse uma janela para uma visão cinematográfica.

Terminando a longa jornada de subida, Fritz parou e decidiu nos guiar por um caminho proibido para bicicletas. Entramos no caminho proibido e nos 50 primeiros metros vi que foi uma boa decisão confiar em Fritz. Nos 18 km de uma decidas suaves entre bosques e flores, tínhamos a nosso lado um riacho de águas rápidas e cristalinas que vinham do desgelo das montanhas.
No final deste suave e agradável downhill, seguimos 14 km de asfalto sempre cruzando pequenos vilarejos. O caminho nos levou ao ponto mais alto de nosso passeio a 750 metros de altitude, com as paisagens mais bonitas do dia. Uma visão que misturava vários tons de verde com o amarelo das flores do campo. Ao longe, o branco da neve que ainda resistia ao calor da primavera e o azulado do lago Attersee.

Realmente valeu a pena os 67 km deste da agradável volta de bike pelas montanhas e lagos austríacos e com muita alegria comparto esta experiência com todos os leitores.
Deixo um grande abraço a Fritz e Tamara Dörr.



